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banzo
“Banzo (of unknown African origin) is also similar to saudade formely used in Brazil but it refers to the morbid feeling felt by a black slave towards his culture. In common use, banzo means saudade for one's own culture and homeland, as opposed to a loved one, a family member, a moment in time, etc. Unlike saudade, whose only negative effects can be an eternal melancholy, banzo is dangerous.”
(tirado da Wikipédia)
Muitos estrangeiros vivendo em plagas distantes começam a demonstrar sinais de banzo. Com a D. Patroa foi assim, 4 anos atrás: ela começou a pensar no Brasil de uma forma idealizada, conseguiu se convencer de que aquilo lá um dia vai ter jeito, que ela teria chances, como uma profissional respeitada e atuante aqui, de ser reconhecida lá, etc, etc.
Uéu, como toda vítima de banzo, ela descobriu quando voltou que a teoria, na prática, era outra.
E descobrimos que o banzo não é exclusivo de brasileiro ou, mais especificamente, de afro descendentes (já que a palavra é obviamente africana). Já vimos casos em alemães, romenos, libaneses e chineses por aqui.
Enfim.
Mas não, não é o meu caso. Estou cada vez mais apaixonado por Denver (não dá para explicar os predinhos do centro, remodelados, e um passeio por lá a noite, depois de comer um hamburguer de búfalo em um restaurante que funciona no mesmo lugar desde 1889). Mas comecei a fazer uma lista das coisas que fazem falta aqui para tudo ficar perfeito.
E já tem dois itens. Estou começando a ficar preocupado.


Escrito por max amaral às 02h15
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(brasília no reveilão é melhor)
Sabe aquelas coisas que a gente vê em filmes, sobre os fogos de artifício no 4 de julho?
Pois não acreditem.
Escrito por max amaral às 01h53
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