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Gay Pride II - a prova

Para que ninguém me acuse de aumentar os fatos, a prova:

Dante Bichette

From Wikipedia, the free encyclopedia

Alphonse Dante Bichette, born November 18, 1963 in West Palm Beach, Florida is a former American Major League Baseball player.

He began his career with the California Angels in 1988, but was a streaky hitter and was traded to the Milwaukee Brewers in 1991. After putting up only average numbers with Milwaukee, he was traded to the new expansion team, the Colorado Rockies. It was with the Rockies where he shined as a player. A lot of his slugging success can be attributed to the home run-friendly ballparks in Denver, Mile High Stadium and Coors Field. The dry air in the Colorado capital made the baseball drier and harder, and thus able to travel much further upon contact.



Escrito por max amaral às 18h07
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Gay Pride

Domingo fomos a uma parada gay.

Na verdade, não foi bem isso: acordamos com gritos e música lá na esquina, mas achamos que poderia ser uma partida de, sei lá, volei, no estacionamento dos correios aqui na frente. De todo jeito, era um domingo-com-um-plano: iríamos a pé até a biblioteca de Denver (prédio fabuloso do Michael Graves) fazer a minha carteirinha e dar umas bandas pelo centro.

Só que começamos a ver uma fauna meio diferente logo que saímos de casa. Gente com colares de flores coloridas, com roupas engraçadas, um clima de festa no ar.

Quando chegamos perto do Capitólio, aquela aglomeração, música, shows, barraquinhas de tudo o que você puder imaginar, enfim, uma zona. E um monte de filosofia de butequim sem o butequim:

- Por que é que um carinha usando uma cueca pequenininha (e apenas uma cueca pequenininha) é encarado como uma manifestação de orgulho dos homossexuais?

- Por que é que alguns sujeitos e sujeitas resolvem emular o que de pior pode existir no sexo oposto como forma de exprimir sua sexualidade? Lésbicas com um visual extremamente agressivo, cabeças raspadas, piercings de guerra (em oposição aos "decorativos"), verdadeiras caricaturas de machões. Por outro lado, alguns sujeitos muito afetados, fúteis, frívolos, caricaturas de mulherzinhas. Isso é algo que eu nunca entendi...

- Engraçado ver velhinhos e velhinhas desfilando de mãos dadas com seus/suas parceiras. Tão bonito e encorajador ver que é possível continuar junto de quem se gosta por muito tempo...

- Bebida, música, uma sensação de liberdade enorme, poder usar (ou não) a roupa que quiser, calor, beijos e agarramentos no meio da rua... Esse povo não quer uma parada gay, quer é um carnaval!! E já estão quase lá...

- Não deu para não rir: na hora em que estávamos vindo embora, uma figura de sexo indefinido usando uma camisa de um jogador de beisebol daqui. O nome do sujeito? Bichette. Não parece que é de propósito?!!?



Escrito por max amaral às 15h33
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