Dantas e o diabo na terra de Protógenes
Desde que cheguei aqui, faço questão de não ver nenhuma notícia do Brasil que não fale do Flamengo e/ou do campeonato brasileiro - onde estamos orgulhosamente na liderança.
Mas não tem jeito, volta e meia algum escândalo aparece para chamar nossa atenção e essa história do Daniel Dantas foi mais forte que minha determinação em esquecer Lula e congêneres.
Só que fica difícil acompanhar todos os desdobramentos do caso, então, toda ajuda é bem vinda. E foi no blog do Sergio Leo que vi essa historinha ser explicada de uma forma bem didática:
Para entender o caso
Escrito por max amaral às 14h15
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Esse eu quero ver!!
"Watchmen", a versão cinematográfica do diretor Zack Snyder ("300") para o clássico dos quadrinhos de Alan Moore e Dave Gibbons, só estréia no dia seis de março de 2009, mas o trailer já vazou e corre o risco de ser exibido antes de "Batman - O cavaleiro das trevas". Não julgo mais trailers, mas...
(tirado daqui: http://oglobo.globo.com/blogs/Gibizada/)
Escrito por max amaral às 22h38
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alalaôôôôôôô... mas que calôôôôôôô...
36, 37 graus celsius.
Talvez até mais.
E tão seco quanto Brasília.
Se essa temperatura não cair em, digamos, 6 meses, eu juro que volto pro Brasil...
Escrito por max amaral às 02h53
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Coerência é coisa de psicopata
...é um blog que está inativo.
Eu confesso que nem li direito o que a moça escreve, mas o nome é sensacional!
Fiquei me lembrando de gente que deveria voltar a tomar seus remédios para poder voltar a conviver com o restante da raça humana...
Escrito por max amaral às 16h51
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curtura, nêgo...
Sexta, hamburguer de búfalo e cervejas artesanais em uma cervejaria que funciona em um prédio de 1889, lindo, lindo.
Sábado, cinema. Wanted, com a Angelina Jolie. Ação descerebrada da melhor qualidade, recomendo.
Domingo, concerto da Sinfônica do Colorado nas Red Rocks, um anfiteatro natural escavado no meio das montanhas. Uma acústica fabulosa. Uma vista deslumbrante. Um programa perfeito.

D. Patroa gostou mais do 1o. movimento da quinta do Ludwig e do Canon, do Pachelbel (deixa de ser preguiçoso e pesquisa aí no Google).
Eu fico com o adágio para cordas, do Barber, uma das coisas mais lindas e tristes que alguém já compôs.
Minha vida aqui anda meio chata, né não?! rs...
Escrito por max amaral às 14h32
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football
eu adoro o moralismo americano.
Lembra que eu contei do Travis Henry, jogador de futebol (não soccer, futebol mesmo, como eles chamam aqui) que tinha 9 filhos com 9 mulheres diferentes e que se envolveu em uma confusão com drogas?
Pois bem, ele foi suspenso por um ano, e saiu do time do Denver Broncos.
Por que é que eu adorei a notícia? por que as camisas com o nome dele entraram em promoção. Assim, pude comprar uma para o Henrique por mais ou menos 15% do valor real!
Não é ótimo?!!?

Escrito por max amaral às 14h21
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banzo
“Banzo (of unknown African origin) is also similar to saudade formely used in Brazil but it refers to the morbid feeling felt by a black slave towards his culture. In common use, banzo means saudade for one's own culture and homeland, as opposed to a loved one, a family member, a moment in time, etc. Unlike saudade, whose only negative effects can be an eternal melancholy, banzo is dangerous.”
(tirado da Wikipédia)
Muitos estrangeiros vivendo em plagas distantes começam a demonstrar sinais de banzo. Com a D. Patroa foi assim, 4 anos atrás: ela começou a pensar no Brasil de uma forma idealizada, conseguiu se convencer de que aquilo lá um dia vai ter jeito, que ela teria chances, como uma profissional respeitada e atuante aqui, de ser reconhecida lá, etc, etc.
Uéu, como toda vítima de banzo, ela descobriu quando voltou que a teoria, na prática, era outra.
E descobrimos que o banzo não é exclusivo de brasileiro ou, mais especificamente, de afro descendentes (já que a palavra é obviamente africana). Já vimos casos em alemães, romenos, libaneses e chineses por aqui.
Enfim.
Mas não, não é o meu caso. Estou cada vez mais apaixonado por Denver (não dá para explicar os predinhos do centro, remodelados, e um passeio por lá a noite, depois de comer um hamburguer de búfalo em um restaurante que funciona no mesmo lugar desde 1889). Mas comecei a fazer uma lista das coisas que fazem falta aqui para tudo ficar perfeito.
E já tem dois itens. Estou começando a ficar preocupado.


Escrito por max amaral às 02h15
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(brasília no reveilão é melhor)
Sabe aquelas coisas que a gente vê em filmes, sobre os fogos de artifício no 4 de julho?
Pois não acreditem.
Escrito por max amaral às 01h53
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Gay Pride II - a prova
Para que ninguém me acuse de aumentar os fatos, a prova:

Dante Bichette
From Wikipedia, the free encyclopedia
Escrito por max amaral às 18h07
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Gay Pride
Domingo fomos a uma parada gay.
Na verdade, não foi bem isso: acordamos com gritos e música lá na esquina, mas achamos que poderia ser uma partida de, sei lá, volei, no estacionamento dos correios aqui na frente. De todo jeito, era um domingo-com-um-plano: iríamos a pé até a biblioteca de Denver (prédio fabuloso do Michael Graves) fazer a minha carteirinha e dar umas bandas pelo centro.
Só que começamos a ver uma fauna meio diferente logo que saímos de casa. Gente com colares de flores coloridas, com roupas engraçadas, um clima de festa no ar.
Quando chegamos perto do Capitólio, aquela aglomeração, música, shows, barraquinhas de tudo o que você puder imaginar, enfim, uma zona. E um monte de filosofia de butequim sem o butequim:
- Por que é que um carinha usando uma cueca pequenininha (e apenas uma cueca pequenininha) é encarado como uma manifestação de orgulho dos homossexuais?
- Por que é que alguns sujeitos e sujeitas resolvem emular o que de pior pode existir no sexo oposto como forma de exprimir sua sexualidade? Lésbicas com um visual extremamente agressivo, cabeças raspadas, piercings de guerra (em oposição aos "decorativos"), verdadeiras caricaturas de machões. Por outro lado, alguns sujeitos muito afetados, fúteis, frívolos, caricaturas de mulherzinhas. Isso é algo que eu nunca entendi...
- Engraçado ver velhinhos e velhinhas desfilando de mãos dadas com seus/suas parceiras. Tão bonito e encorajador ver que é possível continuar junto de quem se gosta por muito tempo...
- Bebida, música, uma sensação de liberdade enorme, poder usar (ou não) a roupa que quiser, calor, beijos e agarramentos no meio da rua... Esse povo não quer uma parada gay, quer é um carnaval!! E já estão quase lá...
- Não deu para não rir: na hora em que estávamos vindo embora, uma figura de sexo indefinido usando uma camisa de um jogador de beisebol daqui. O nome do sujeito? Bichette. Não parece que é de propósito?!!?
Escrito por max amaral às 15h33
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Estaremos fora do ar por alguns dias.
Fizemos a mudança para o novo cafofo e está tudo de pernas por ar - e só teremos internet a partir de quinta feira.
O pior foram os gatos em pânico - principalmente O'Malley, se escondendo embaixo da banheira (sim, temos uma banheira daquelas antigas, com pés de dragões).
E a mudança também gerou muitas especulações filosóficas: os conceitos americanos de limpeza são muito diferentes dos brasileiros. E como é que um povo que se notabiliza por ter uma tranqueira absurdamente inacreditável não consegue fazer apartamentos com armários minimamente decentes?!?!
Escrito por max amaral às 01h36
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Plantão Médico
Sobre a Manu:
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