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A volta dos que não foram

08 de julho?

eu não posto nada aqui desde 08 de julho?!

caramba, abandonei mesmo o blog.

Mas tenho uma desculpa: recebi visitas aqui (Zé Luis e Angela) e, imediatamente depois, fui ao Brasil ver a família.

Tá certo que eu tinha montes de coisas para fazer por lá mas, no fim das contas, fiquei mesmo por conta de Henrique e sobrinhas, e administrando a bela virose que tomou conta do Solar Amaral em um efeito cascata maravilhoso (primeiro o Henrique, depois Cecília, depois Andrea, Liliana, D. Mariza, eu e Marcia. Uma beleza).

Por conta disso, até uma das poucas atividades extra-familiares da qual tentei participar - um jantarzinho com a tchurma - teve que ser rapidinho, eu com febre e tentando não contaminar Sora, Nani, Tia Lu, Marcelo e Gláucia e Bia.

Eu espalhando virus.

Aliás, Feliz Aniversário, Nani!!! Pena que não vamos estar aí hoje para a festa...

Mas, enfim, fui e voltei.

E deixa eu fazer um post só sobre a viagem, e coisas que só acontecem comigo...



Escrito por max amaral às 12h42
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Sinal dos tempos

Frases:

"Eu não acredito que o fígado do Steve Jobs pode ser substituído, mas a bateria do meu iPhone não..."

"A maior torcida do Brasil é a torcida para que o Ronaldo cale a boca"...

"Tem coisa mais macabra do que assistir funeral ao vivo pela TV? E no Disney Channel?"



Escrito por max amaral às 14h36
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Samba do Avião (tá bom, não é um samba...)

Sensacional.

(roubado, de novo, do blog do Gomes).



Escrito por max amaral às 16h48
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Recado para Oscar

o Fernando Lara é um amigo dos tempos de faculdade que mora aqui nos EUA sei lá há quanto tempo e, agora se transferiu da Universidade do Michigan para a Universidade do Texas, em Austin. Eu morro de inveja da capacidade que ele tem de pensar sobre arquitetura, e da imensa cultura geral que carrega.

Pois o marido da Letícia (que, infelizmente, parou de escrever no blog dela) escreveu um texto delicioso sobre o Niemeyer lá no blog dele. Então, resolvi transcrever aqui por que o que é bom tem que ser espalhado.

Divirtam-se.

Recado para Oscar

o telefone tocou no meio da noite e ele atendeu rapidamente, saltando da cama como se um século não pesasse nos ombros nem nas pernas. Do outro lado da linha uma voz conhecida mas que ele não ouvia a mais de 15 anos.
- Oscar?
- Sim, sou eu, quem fala?
- É o Roberto, Roberto Burle Marx. Quanto tempo hein Oscar? Nunca pensei que ia demorar tanto pra você vir pra cá. Olha, desculpa o mau jeito de te ligar assim no meio da noite. É que essas conversas só funcionam quando vocês vivos estão meio dormindo meio acordados. Olha Oscar, nós andamos conversando muito sobre você nos últimos anos. Impressionante como os anos passam depressa aqui, acho que diante da eternidade tudo fica minúsculo..... mas sobre isso a gente conversa depois quando você chegar. O Lucio foi contra, acha que você não vai ouvir, mas o resto do pessoal me pediu pra te dar o recado. É o seguinte, nós estamos todos preocupados com o que você anda fazendo atualmente. Cada prédio mal detalhado, mal construído. Para Oscar. Para e vai curtir as homenagens que você merece. Vai desenhar suas mulheres curvilíneas e para de desenhar esses prédios com curvas sem sentido. Se for por dinheiro arruma um jeito de vender seus desenhos. O Corbusier fez isso quando viu que seus projetos já não tinham a mesma força. Eu também passei a pintar mais e projetar menos quando percebi que os jardins já não saiam com a mesma vivacidade. E com esses prédios sem graça você está arruinando a sua biografia Oscar. Aquele moço do New York Times escreve muita bobagem mas acertou na mosca em 2007 quando disse que você estava vivendo o suficiente para estragar sua própria obra. O Charles Moore ficou muito meu amigo (não sei como não o conheci antes, um amor o Charles) e sempre fala do arrependimento de fazer aquela Piazza di Italia em New Orleans. Uma pracinha a menos e a obra do Charles ficaria muito mais íntegra. Você já acumula uma dezena de “piazzas” Oscar e ainda quer fazer uma grande bem no meio do eixo monumental! Já não basta enfiar um auditório no meio da Casa do Baile, aquela biblioteca sem livros em Brasília ou esse Centro Administrativo no caminho de Confins. Aliás, passa em Confins pra você lembrar a beleza do detalhamento do Milton. Se você ainda tivesse gente como o Milton ou o Lelé pra detalhar seus esboços.... Você não precisa disso Oscar, já é de longe o mais importante arquiteto das Américas no século XX (o Frank tá aqui resmungando mas pra começar ele nasceu no século XIX). Desenhe Oscar. Escreva Oscar. Esse negócio de arquitetura dá trabalho demais e quando feito as pressas fica muito ruim. Olha, tá todo mundo mandando um abraço e dizendo pra você demorar bastante. Na verdade a gente morre de inveja da sua longevidade (e alguns do seu talento).


algum tempo depois ele acordou e foi se vestir. Ia receber muita gente no escritório para mostrar mais um projeto (desenhado ontem) para mais um político enraizado nas idéias e nas formas do século passado.


Escrito por max amaral às 14h46
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Capoeira que é bom, não cai

Esse eu quero ver:

 



Escrito por max amaral às 11h17
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o mundo está ao contrário e ninguém reparou

Morreu o Michael Jackson, o artista que mais vendeu discos na história, o "Mozart do Soul", como teria dito o Edd Motta (não sei se disse, eu só estou citando o Flávio Gomes).

Mas no mesmo blog do Gomes onde li essa citação, ele posta essa música, com a Cássia Eller, uma das minha favoritas em todos os tempos - não me pergunte por que, nunca consegui entender o que a letra quer dizer, mas me traz lágrimas aos olhos sempre que ouço. Linda, linda. Talvez pelo fato de ter uma letra meio sem sentido, que ouvi muito em uma das fases mais confusas da minha vida, vai saber. 

Sinto mais falta da Cássia do que vou sentir do Michael.



Escrito por max amaral às 13h35
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O melhor dos dois mundos

Para não deixar o blog completamente abandonado, vou publicando aqui os textos que ando postando no Mundo Flamengo e no blog da FlamengoNet. Como alguns deles nem falam explicitamente de futebol, acho que dá para usar esse espaço aqui também.

O melhor dos dois mundos (publicado no Mundo Flamengo em 22 de junho)

 

Ontem, dia dos Pais aqui nos Estados Unidos, não pude assistir à bela vitória do Mengão sobre o Inter. Desta vez, o motivo de minha ausência à frente de um computador para acompanhar o jogo foi algo diferente das normais obrigações com a família em um começo de tarde de domingo: Um amigo me convidou para assistir a um jogo de beisebol e, depois dos vexames das semanas anteriores, achei que eu merecia uma folguinha do estado de nervos em que o Flamengo tem me colocado.

Bom, primeiramente, eu tenho que explicar que não entendo nada de beisebol. Na verdade, eu já desisti de entender essa prática que, por falta de definição melhor, vamos continuar chamando de esporte. É uma brincadeira de crianças que passou a ser praticado por adultos, ganhou regras esquisitíssimas e pode se arrastar por horas e horas (o jogo de ontem demorou quase 4 horas, debaixo de um sol maravilhoso).

Como esporte, é chato pacas. Nada acontece durante uma eternidade e, de repente, uma jogada aparentemente banal arranca aplausos do estádio inteiro.

Como fenômeno antropológico, é fascinante. A diferença entre o que acontecia aqui em Denver e, ao mesmo tempo, no Maracanã daria para escrever um livro que explicaria os Estados Unidos, o Brasil e a origem e o significado do Universo.

Acho que exagerei um pouquinho, mas sim, daria para explicar muitas das diferenças entre Pindorama e os States.

Mas vou me concentrar no aspecto mais evidente e falar do estádio.

Para começar, é tudo o que o Maracanã não é: limpo, organizado, inteiramente pensado para atender à torcida com o maior conforto. É novo, bonito, ecologicamente correto (os placares eletrônicos funcionam à base de energia solar) e serviu para recuperar uma parte da cidade que estava meio degradada anos atrás.

A casa dos Colorado Rockies tem o patrocínio de uma grande marca de cerveja daqui (cerveja e esporte, como é que ninguém no Brasil nunca pensou nisso?!!?) e se chama Coors Field. Você quer ir ao banheiro durante o jogo? Telões mostram o jogo em qualquer lugar do estádio em que você estiver. Quer comer alguma coisa? Há lojas e mais lojas oferecendo tacos, churrascos, hamburguers, cachorro quente, salgadinhos, amendoim, sorvetes. Quer beber algo? A Coors instalou uma microcervejaria dentro do estádio. Sim, é isso mesmo, eles não só vendem cervejas lá dentro como a fabricam ali mesmo. E, sem frescuras, você ainda pode optar por várias marcas de cervejas importadas em quiosques espalhados por toda parte. Há um restaurante luxuoso com vista panorâmica para o campo de jogo e um salão de eventos exatamente no nível do gramado que você pode alugar para fazer a festa de aniversário de seu filho durante uma partida.

Logo na entrada, após você entregar seu ingresso, há pessoas distribuindo bonés grátis com o logotipo do time local – patrocínio de um shopping especializado em móveis. Há pelo menos 3 stands de concessionárias de carros, convidando você a conhecer lançamentos. Eu pensei que isso fosse um despropósito mas, depois, me dei conta da inteligência da coisa: você está ali, à toa, faltam 40 minutos para começar o jogo, o dia está maravilhoso, há um clima de festa a sua volta, você já tem uma ou duas cervejas na cabeça... Um bom vendedor vai te empurrar um carro fácil, fácil.

Além da grande loja oficial de produtos licenciados do time da casa, você esbarra em vários estandes vendendo bonés, chaveiros, camisas, flâmulas, briquedos para crianças... Sim, há crianças por toda parte. Mães com bebês no colo ou em carrinhos, há acesso fácil para as cadeiras em qualquer parte do estádio, os banheiros limpíssimos têm estrutura para troca de fraldas, além de banheiros exclusivos para crianças. Meninos de 10 anos de idade, das escolas locais, são selecionados (a partir de seu desempenho na escola) para entrar com o time em campo. É um prêmio por mérito, não um favor de um diretor amigo.

E já que eu falei em acesso, você vê também muitos idosos, muita gente em cadeiras de rodas. O acesso é fácil, não tem tumulto, não há brigas ou correrias. E há voluntários (idosos, em sua maior parte) pelo estádio inteiro para orientar e ajudar as pessoas a acharem seus lugares.

Mas é no comportamento da torcida que as diferenças ficam mais evidentes. 40.000 pessoas tiraram a tarde de domingo para um programa divertido, não para torcer para o seu time de infância. Se ganhar ou perder, não vai alterar significativamente o humor de ninguém. E a falta de expontaneidade, de paixão, é o que mais chama a atenção – tanto que toda a “torcida” pelo time é orquestrada pelo sistema de som do estádio, que tocas as musiquinhas que a multidão acompanha com palmas, ou faz barulho quando ordenado.

Todo mundo já ouviu falar do silêncio que se abateu sobre o Maracanã em 1950, quando o Uruguai ganhou a final da Copa, não? Pois nada me assustou mais ontem do que o silêncio respeitoso que todo o estádio fez enquanto um pai e seu filho cantavam o hino americano antes do início do jogo. Silêncio mesmo, de se escutar uma moedinha caindo no chão do outro lado da arquibancada.

Eu fiquei imaginando a maravilha que seria uma estrutura daquelas recebendo uma torcida de verdade como a do Flamengo. Como seria interessante você ir com sua família ao Maracanã naquele clima de paz e tranquilidade. E como o time ganharia dinheiro com a presença de sua torcida ali, daquele jeito.

Definitivamente, como seria bom poder reunir o melhor dos dois mundos.



Escrito por max amaral às 11h49
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carrinhos

é uma bobagem, mas é legal bagarai:

 

(roubado daqui: http://colunistas.ig.com.br/flaviogomes/)



Escrito por max amaral às 19h55
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enquanto isso, na Fórmula 1

Sensacional.



Escrito por max amaral às 19h09
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minha música favorita

Vamos combinar: talvez a única prova da existência de algo além desse nosso mundo material seja essa música... É verdadeiramente divina. Eu não consigo imaginar como alguém é capaz de compor algo assim.



Escrito por max amaral às 15h28
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a verdadeira Gata Melancia

Eu prometo que nós ainda vamos fazer um vídeo para provar, mas aí vai a história:

Desde que a adotamos, a Manu tem um comportamento engraçado para um gato: ela gosta de maçãs. Eu não posso começar a comer uma que ela corre e fica se esfregando em mim até eu dar um pedacinho para ela. Tudo muito bom, tudo muito bem, mas agora descobrimos que tem algo que ela gosta mais do que maçãs: melancia.

A Dê não pode mais nem abrir a geladeira que ela já corre, e fica fazendo uns barulhinhos esquisitos que ela faz quando quer comida (antes eram restritos à abertura de uma lata de atum) até que um pedaço de melancia seja colocado em um potinho para ela.

Será que faz mal?



Escrito por max amaral às 15h15
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Novos empregos

Definitivamente, eu estou na profissão errada.

Na verdade, estou desempregado, então não estou em profissão nenhuma atualmente. E eu não quero falar sobre isso.

Mas essa semana vi que existe uma enorme carência em duas áreas do conhecimento humano onde eu poderia me meter, talvez até com sucesso.

A primeira, jornalismo esportivo. Depois que vi uma reportagem da revista Placar dizendo que o Júlio César só é goleiro da Seleção Brasileira porque estamos em uma entressafra na posição, descobri que se pode escrever absolutamente qualquer coisa sobre futebol que o povo engole. Se bobear, você é até pago para isso.

Mas o que me chamou a atenção, mesmo, e me causou revolta, foi assistir a 3 filmetes do site UOL com o ídolo da minha amiga Rubeolina, Rubens Ewald Filho, falando sobre lançamentos recentes nos cinemas.

O sujeito, tido como um dos grandes críticos de cinema do Brasil, critica Star Trek (fala da pele do Kirk e da inexpressividade do Spock. Helloooouuooouuu, ele é Vulcano!), elogia Uma noite no Museu 2 explicando que O museu Smithsoniano em Washington (sim, O museu, no singular) é interessante porque tem o chapéu do Abraham Lincoln e a memorabília de Star Wars (só por isso, né?!) e se derrete em elogios ao Exterminador 4, o filme com mais furos no roteiro que um queijo suiço (só para citar um que, parece, ninguém se deu conta: como é que as Máquinas Malvadas sabem que o rapazinho lá vai, no futuro, ser o pai do John Connors?!!?).

Enfim, deu raiva ver os videozinhos do sujeito botoxomizado.



Escrito por max amaral às 15h04
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filmes, filmes e mais filmes

Tô sumido, né?

escrevendo pouco... Mas só aqui. Esse negócio de virar blogueiro para falar de futebol - mais especificamente do Flamengo - tem roubado todo o meu tempo livre.

Além disso, tem o cinema. Sim, eu e D. Patroa resolvemos assistir a todos os filmes ao mesmo tempo, então...

Segue a lista das últimas semanas:

NOS CINEMAS

- Star Trek - Sensacional, fabuloso, fantástico, etc, etc, etc. 6 estrelas (em uma cotação de 0 a 5)

- Anjos e Demônios - Eu achei o livro melhor que o livro d'O Código Da Vinci. E achei o filme melhor, também. Mas é bem marromeno. 2,5 estrelas

- Terminator Salvation - dá para divertir, é bem feito, mas o roteiro tem mais furos que uma vítima do T800. 3 estrelas

- Uma noite no Museu 2 - uma ótima surpresa! Bem melhor que o primeiro, deu saudades de Washington. Mas o filme é todo do Hank Azaria como o Faraó malvado. 4 estrelas

- UP - um dos filmes mais emocionantes e bem feitos (novidade, né? é da Pixar) que vimos nos últimos tempos. Se você não chorar nos 5 minutos iniciais, você é um Terminator e não sabe disso. 5 estrelas

NO DVD

- Orlando - não entendi nada. 1 estrela

- Death Race - diversão descerebrada com muito sangue. Deveria ter um joguinho. 2 estrelas

- Jane Eire - ainda prefiro Orgulho e Preconceito (e a Dê também). 3 estrelas

- Henry V - eu não posso ver aquele discurso do "... we few, we happy few, we band of brothers..." sem ficar com um puta orgulho de ser inglês. 4,5 estrelas

- Australia - bleh. 2 estrelas

- Get Smart - outra comédia sensacional, uma homenagem inteligente e respeitosa à série original. 4 estrelas

- La Vie en Rose - o que é aquela atriz?!!?. 4,5 estrelas

- Cloverfield - Yeah, baby! 4 estrelas

- The Diving Bell and the Butterfly - emocionante e apavorante! 4,5 estrelas

 

devo ter esquecido uma dúzia por aí. Mas por enquanto está bom...



Escrito por max amaral às 02h19
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Como aborrecer um gato



Escrito por max amaral às 16h34
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um fim de semana shakespereano

bão, teve Cloverfield, também, que foi bem divertido. Mas (re)vimos A Megera Domada (1967, com a Elizabeth Taylor e o Richard Burton) e Muito Barulho por Nada (1993, com o Kenneth Branagh e a Emma Thompson), e a musiquinha ficou na cabeça da gente... 

Sigh no more, ladies, sigh nor more;
Men were deceivers ever;
One foot in sea and one on shore,
To one thing constant never;
Then sigh not so,
But let them go,
And be you blithe and bonny;
Converting all your sounds of woe
Into. Hey nonny, nonny.

Sing no more ditties, sing no mo,
Or dumps so dull and heavy;
The fraud of men was ever so,
Since summer first was leavy.
Then sigh not so, 
But let them go,
And be you blithe and bonny,
Converting all your sounds of woe
Into. Hey, nonny, nonny.



Escrito por max amaral às 15h42
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